Sob as arestas afiadas das facas tradicionalmente forjadas estão mudanças ocultas nas estruturas metalográficas. Com o devido preparação de amostras e inspeção microscópica, podemos descobrir completamente os méritos e falhas das técnicas clássicas de forjamento.
Vistas metalográficas mostram inclusões óbvias de escória de camadas de incrustações embutidas e zonas de descarbonetação induzidas por alta temperatura em juntas de forjamento dobradas. Essas peças não podem formar martensita dura após a têmpera; em vez disso, apenas perlita dúctil é obtida.
Existem gradientes estruturais claros desde a espinha da lâmina até a aresta de corte.
- A lombada adota perlita normalizada com grande tenacidade e baixa dureza.
- A zona de transição apresenta perlita e martensita mistas, causadas por taxa inadequada de resfriamento de têmpera e descarbonetação oxidativa durante o forjamento dobrável.
- A aresta de corte, que deveria ganhar alta dureza através da estrutura totalmente martensítica, sofre ruptura da continuidade do material devido a inclusões. Esses pontos fracos levam facilmente à concentração de estresse e a possíveis falhas no serviço.






